[Sequência 9: Cadáver Insepulto (Corpse Collector)]
(O compasso é lento, como passos na terra fofa do cemitério)
Vagando onde a luz já não quer mais tocar,
O cheiro do fim começa a me guiar.
Eu sinto o frio que a carne deixa pra trás,
E o sussurro dos mortos me traz minha paz.
Não temo a tumba, não temo o caixão,
O início da trilha é na escuridão.
[Sequência 8: Coveiro (Grave Digger)]
(A batida ganha peso, o som de ferro batendo na rocha)
Pá na terra, cavando o segredo,
Olhando o fantasma nos olhos, sem medo.
Minha força transcende a fraqueza mortal,
Eu vejo os traços do plano espiritual.
Corpos descansam sob o meu comando,
Enquanto os vivos continuam passando...
[Sequência 7: Necromante (Necromancer)]
(O tom fica soturno, ecos de vozes sobrepostas)
Ergam-se das sombras, escutem meu chamado!
O que estava esquecido agora é acordado.
Espíritos dançam na palma da mão,
Eu domino a carne e a podridão.
Um sopro de gelo, a noite escura,
A morte se torna a minha armadura.
[Sequência 6: Dançarino de Espírito (Spirit Dance)]
(Ritmo frenético e bizarro, como uma valsa macabra)
No meio do véu, eu começo a girar,
Com almas penadas eu vou festejar.
O corpo se move com estranha leveza,
Mudando a forma com fria destreza.
A linha entre mundos ficou tão sutil,
Eu sou o inverno que o mundo sentiu.
[Sequência 5: Guardião do Portão (Gatekeeper)]
(O som de portões de ferro pesados se fechando)
Eu sou a barreira, o limite final,
O guarda do abismo e do submundo real.
Nenhum morto escapa, nenhum vivo vai entrar,
Sem que o meu selo venha autorizar.
Metade humano, metade além,
Eu prendo as almas que o medo contém.
[Sequência 4: Cavaleiro Subterrâneo (Underworld Knight)]
(Uma marcha militar sombria e imponente — Semidivindade)
Montado no mito, saindo do chão,
Eu trago o domínio de uma legião!
Onde eu piso, a vida vai desbotar,
Criaturas do além vêm me saudar.
A divindade começa a queimar em meu peito,
Diante do Cavaleiro, o mundo se curva em respeito.
[Sequência 3: Flautista de balsa (Ferryman)]
(O som melancólico de uma flauta ecoando sobre águas paradas)
No Rio do Esquecimento, eu guio o timão,
Levando as almas pro além da canção.
Eu posso apagar sua mente e memória,
Deixando pro vácuo a sua velha história.
O silêncio é a música que eu sei tocar,
Até o conceito de vida expirar.
[Sequência 2: Morte Branca (White Death)]
(Anjo — O som diminui para um sussurro aterrorizante)
Não há mais sangue, não há mais cor,
Eu sou o decreto do fim e da dor.
Um desastre invisível, um sopro, um olhar,
Nações inteiras eu posso deitar.
O frio absoluto, a pele de giz,
O anjo que faz o que o destino quis.
[Sequência 1: Pálido Imperador (Pale Emperor)]
(Coro gregoriano épico e assustador
Coroado com os ossos de reis que caíram,
O dono das terras que os vivos temeram.
Eu reino no império que o tempo esqueceu,
Onde a própria luz da esperança morreu.
Um passo da glória, o trono está perto,
O mundo dos vivos se torna um deserto.
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