[Intro — guitarra, baixo e teclado retrô]
[Verso 1]
Ela não segue manual,
Nem receita pra viver.
Enquanto o mundo faz barulho,
Ela tem mais o que viver.
Não coleciona medalhas,
Nem precisa impressionar.
Tem gente vendendo felicidade,
Ela prefere aproveitar.
[Verso 2]
Não tem diploma de santa,
Nem pretende conquistar
O troféu de mulher perfeita,
Que nem ela iria querer ganhar.
Tem opinião, tem seus defeitos,
Sabe rir do que passou.
Se a vida cobra explicações,
Ela pergunta: "Quem mandou?"
[Pré-refrão]
Tem gente que fala bonito,
Mas esquece de escutar.
Ela não dá aula de vida,
Prefere mesmo é praticar.
[Refrão — alegre e contagiante]
É o jeito dela, fazer o quê?
Não nasceu pra convencer!
Enquanto o mundo quer aplauso,
Ela só quer bem viver.
É o jeito dela, pode apostar!
Não faz questão de impressionar.
E o mais engraçado dessa história
É que consegue encantar!
[Interlúdio — guitarra e teclado]
[Verso 3]
Não acorda iluminada,
Nem flutua pelo chão.
Tem seus dias de impaciência,
Tem boleto e contramão.
Mas se alguém precisa de ajuda,
Ela sabe perceber.
Não precisa de plateia
Pra fazer o que tem que ser.
[Pré-refrão]
Tem quem pregue a gentileza
Com um megafone na mão.
Dispensa qualquer discurso
E já estende a própria mão.
[Refrão]
É o jeito dela, fazer o quê?
Não nasceu pra convencer!
Enquanto o mundo quer aplauso,
Ela só quer bem viver.
É o jeito dela, pode apostar!
Não faz questão de impressionar.
E o mais engraçado dessa história
É que consegue encantar!
[Ponte — voz falada, irônica]
Dizem que o mundo precisa
De uma grande revolução.
Ela acha tudo muito bonito,
Mas começa pela ação.
Sem cartaz, sem propaganda,
Sem discurso triunfal.
Quem diria que ser gente
Virou coisa excepcional?
[Solo — guitarra e teclado vintage]
[Verso 4]
E alguém resolveu escrever
Sobre esse jeito de existir.
Ela talvez perguntasse:
"Não tinha mais nada pra fazer aí?"
Mas a verdade é bem simples,
Mesmo sem querer admitir:
Tem gente que muda a vida
Só por estar presente ali.
[Refrão final — vibrante]
É o jeito dela, fazer o quê?
Não nasceu pra convencer!
Enquanto o mundo quer aplauso,
Ela só quer bem viver.
É o jeito dela, pode apostar!
Não faz questão de impressionar.
E o mais engraçado dessa história
É que consegue encantar!
[Final — voz divertida]
Não é santa, nem princesa,
Nem nasceu pra ser troféu.
Tem os pés bem firmes na terra,
E faz do comum algo especial.
[Final instrumental — guitarra e teclado]