O Som da Minha Verdade
(Intro)
Eles olham, mas não enxergam...
Eles falam, mas não me escutam.
É o peso do mundo no ombro de quem só quer ser humano.
[Verso 1]
O tribunal da rua já montou o cenário
Um julgamento gratuito, roteiro montado.
Eles apontam o dedo diante da minha luta,
Mas não aguentam um dia o peso da minha labuta.
Não aguentam um segundo do meu sofrimento,
Enquanto eu sigo firme, resistindo ao relento.
É muito "especialista" querendo me medir,
Criando labirintos pra eu não conseguir sair.
Dizem que o meu jeito tá fora do padrão,
Mas meu padrão é minha essência, não sua opinião!
[Refrão]
Crítica é veneno pra quem não tem raiz,
Eu sigo invicto, traçando minha diretriz.
Podem falar, podem tentar me rotular,
Sou a voz que o seu muro não vai silenciar!
É o barulho do mundo contra o som da minha verdade,
Resiliência no peito... Fogo na liberdade!
[Verso 2]
Falam da roupa, do corte, do meu jeito de andar,
Se eu subo, é sorte; se eu caio, é pra zoar.
A sociedade é uma vitrine de vidro,
Onde quem mais aponta é quem tá mais perdido.
Filtro de rede social não esconde o vazio,
Enquanto demonstram ódio, eu mantenho o meu brilho.
Cada palavra negativa eu transformo em combustível,
Pra mostrar que o meu sonho ainda é possível!