(Estrofe 1)
Não tenho bandeira, não tenho partido
Sou do partido que prega a união
Do lado do povo que foi esquecido
Que sofre calado com a exclusão
Não entra na cabeça, não posso entender
Como se pode fazer alguém sofrer?
(Estrofe 2)
Ser rejeitado por ter opinião
Ver famílias sem o direito de viver
Diz que é cristão, mas nega a mão ao irmão
E cria barreiras para o outro erguer
São campanhas que matam na fria razão
Campanhas que ignoram o peso do chão
(Refrão - Forte e Marcante)
É desumano, é triste, é crime sem perdão
Deixar o irmão sofrer por sua decisão!
Se obrigam a seguir um caminho traçado
O direito de escolha já foi revogado
Não há ideologia que possa justificar
Tirar de um pai o direito de trabalhar!
(Estrofe 3)
Vejo a hipocrisia florescer no altar
Quem estende a mão e depois vai embora
Mostra o veneno que quer ocultar
E deixa quem ama chorando lá fora
Independente de crença ou de cor
Não se justifica ignorar essa dor
(Estrofe 4 - Clímax Emocional)
Imagine uma criança em lágrimas, sem pão
Famílias sem o apoio do amor verdadeiro
Maquiando a consciência em falsa oração
Num egoísmo que dita o roteiro
Quem muda o propósito e abandona no sofrer
Nunca fez por amor, só fez para aparecer
(Estrofe 5 - Final Esperançoso/Reflexivo)
Tudo por escolhas que nem escolhas eram
Era imposição disfarçada de lei
Quem tem o poder de acalmar os que esperam
Deveria ser o bem que eu tanto busquei
É tempo de união, de calar o tambor
Enxugar as lágrimas e agir por amor.