[Intro]
[Verse]
Abro a cortina e o dia insiste em nascer cinza
O café esfria enquanto o pensamento te batiza
Você partiu sem deixar o rastro de um caminho
Levou a chave e me deixou provando esse espinho
Cada fresta de luz desenha curvas que perdi
Tento encontrar a rota exata por onde fugi
[Chorus]
Olho pro céu e as nuvens formam seu novo abrigo
Cada cumulus parece o teto que não divide comigo
Você voou pra um horizonte sem volta ou cais
Habita o branco do algodão e não regressa mais
Minha saudade flutua onde o ar se torna escasso
Procurando seu vulto em cada pedaço de espaço
[Verse]
Caminhei sem rumo e parei diante daquela vitrine
Um tecido exposto fez com que o passado me ilumine
Era a mesma estampa a mesma cor que te vestia
O algodão trazia o aroma que sua pele escondia
A essência invadiu o ar e parou meu batimento
Senti seu rastro vivo flutuando contra o vento
[Chorus]
Olho pro céu e as nuvens formam seu novo abrigo
Cada cumulus parece o teto que não divide comigo
Você voou pra um horizonte sem volta ou cais
Habita o branco do algodão e não regressa mais
Minha saudade flutua onde o ar se torna escasso
Procurando seu vulto em cada pedaço de espaço
[Chorus]
Olho pro céu e as nuvens formam seu novo abrigo
Cada cumulus parece o teto que não divide comigo
Você voou pra um horizonte sem volta ou cais
Habita o branco do algodão e não regressa mais
Minha saudade flutua onde o ar se torna escasso
Procurando seu vulto em cada pedaço de espaço
[Chorus]
Olho pro céu e as nuvens formam seu novo abrigo
Cada cumulus parece o teto que não divide comigo
Você voou pra um horizonte sem volta ou cais
Habita o branco do algodão e não regressa mais
Minha saudade flutua onde o ar se torna escasso
Procurando seu vulto em cada pedaço de espaço
[Outro]