(Intro)
É o clima, é o pique, é a noite que convida
Os gravatas é bigode, só vivendo a vida
(Verso 1)
Chega no baile alinhado, traje fino, perfumado
Mas no olhar tem malícia, estilo diferenciado
De dia é compromisso, reunião e pressão
De noite solta a gravata e perde a noção
Os cara fala sério, mas gosta da zoeira
Bigode na cara, chave de carteira
Passo marcante, presença que incomoda
Quando eles encostam, vira assunto na roda
(Pré-refrão)
É postura de chefe, mas mente de malandro
No copo tem whisky, no olhar vários planos
Elas olha e comenta: “esse aí tem poder”
Mas não sabe que o perigo é se envolver
(Refrão)
Os gravatas é bigode, respeita a tropa
De dia só negócio, de noite é sem roupa
Eles joga o charme, elas perde o controle
Os gravatas é bigode, ninguém segura esses moleque
Os gravatas é bigode, estilo dominante
No baile ou no luxo, sempre elegante
Mas quando o grave bate, já muda o código
Os gravatas é bigode, vivendo o episódio
(Verso 2)
Não se engana com sorriso nem com terno alinhado
Por trás do empresário tem o lado mais safado
Ele sabe o que fala, sabe conquistar
Mas some de repente, difícil de achar
Bigode desenhado, postura de respeito
Mas na pista ele mostra que não tem defeito
Ela tenta entender, mas já se perdeu
No jogo perigoso que ele mesmo criou
(Ponte)
E quando amanhece, volta pro papel
Vida dupla, segredo, estilo fiel
Mas quando a noite chama, já sabe o roteiro
Os gravatas é bigode, sempre no primeiro
(Refrão final)
Os gravatas é bigode, respeita a tropa
De dia só negócio, de noite é sem roupa
Eles joga o charme, elas perde o controle
Os gravatas é bigode, ninguém segura esses moleque