(Verso 1)
Andando sozinho no meio do vale,
Tentando entender por que a dor não para.
Sonhos quebrados pelo chão da estrada,
Pedaços de mim espalhados na caminhada.
Olho pra frente e só vejo silêncio,
O coração cansado já perdeu o brilho.
Parece que a esperança foi embora,
E o tempo levou tudo aquilo que eu construí.
(Pré-Refrão)
Mas uma voz ecoou dentro de mim:
"Filho, você ainda acredita?"
Mesmo cercado por impossíveis,
Eu escolhi não desistir da vida.
(Refrão)
Porque o mesmo Deus que falou aos ossos secos,
Ainda fala hoje aos corações feridos.
Onde ninguém vê saída,
Ele cria um novo caminho.
Onde existe morte,
Ele faz renascer.
O que parecia perdido,
Vai voltar a viver.
(Verso 2)
Quantas vezes pensei que era o fim,
Que meus sonhos jamais iriam florescer.
Mas Deus conhece aquilo que eu não vejo,
E sabe exatamente o que vai acontecer.
O vale não define minha história,
A dor não determina quem eu sou.
Porque o sopro da vida vem do alto,
E transforma tudo o que se acabou.
(Ponte)
Profetiza sobre o impossível.
Profetiza sobre a tua vida.
O mesmo Deus que restaurou o vale,
Ainda opera maravilhas.
(Refrão Final)
Porque o mesmo Deus que falou aos ossos secos,
Ainda fala hoje aos corações feridos.
Onde ninguém vê saída,
Ele cria um novo caminho.
Onde existe morte,
Ele faz renascer.
O que parecia perdido,
Vai voltar a viver.
Final:
Se ainda existe a voz de Deus,
Ainda existe esperança.
Se ainda existe o sopro de Deus,
Ainda existe recomeço.