[Intro]
[Verse]
Caminhada longa sob o sol que não perdoa
O peso do mundo não dobra esse peito de aço
No rosto a marca de quem nunca descansa à toa
Guiando a prole com a firmeza de cada passo
As mãos calejadas escrevem a nossa vitória
O suor que escorre é o preço da dignidade
Guardando no silêncio a luta da própria história
Erguendo um castelo em meio à dificuldade
[Chorus]
Abençoados sejam os gigantes do cotidiano
Que fazem do pouco o banquete da esperança
Sob o manto do Altíssimo traçam o plano
Protegendo a chama na alma de cada criança
Orgulho que transborda no olhar de quem resiste
Pai guerreiro é rocha que o tempo não consome
Na prece da noite a fraqueza não mais existe
Honrando com sangue a semente do próprio nome
[Bridge]
Fé que move montanhas e acalma a tempestade
Pilar inabalável no centro da morada
Sua vida é o espelho da maior verdade
Luz que não se apaga no fim da jornada
Gratidão que brota da raiz mais profunda
Pelo colo que abriga e pela mão que ensina
Uma bênção sagrada que o peito inunda
Pela força divina que o seu destino ilumina
[Verse]
Quantas renúncias cabem dentro de um sorriso
Ocultando a dor pra que nada nos falte à mesa
Transformando o deserto no nosso paraíso
Com a coragem que vence qualquer incerteza
Olho pro espelho e vejo o seu legado vivo
Um exemplo moldado na fibra e no coração
É por você que o meu sonho se mantém ativo
Nessa caminhada feita de amor e devoção
[Chorus]
Abençoados sejam os gigantes do cotidiano
Que fazem do pouco o banquete da esperança
Sob o manto do Altíssimo traçam o plano
Protegendo a chama na alma de cada criança
Orgulho que transborda no olhar de quem resiste
Pai guerreiro é rocha que o tempo não consome
Na prece da noite a fraqueza não mais existe
Honrando com sangue a semente do próprio nome
[Outro]