Quando a vi em Móz, foi demais
Logo me apaixonei, não volto atrás
Na calçada, falando do trabalho
O trabalho foi fácil, o difícil foi o intervalo...
De ficar ali, perto de você
Vendo seu jeito, sem saber o que fazer.
(Pré-refrão)
Dias vendo você ser dura e sensível
Um contraste doce, quase invencível.
(Refrão)
Móz, que saudade!
Móz, que saudade!
(Verso 2)
Com vontade de tocar sua mão, seu rosto
Mas você me tocou primeiro, que gosto!
De moto, no risco, na necessidade
Você se segurou em mim, com tanta verdade.
Senti suas mãos me tocarem ali
Naquele momento, eu me perdi.
(Refrão)
Móz, que saudade!
Móz, que saudade!