As Dez Pragas do Egito
(Intro – Coral Gregoriano, órgão e sinos)
Dies Irae... Dies Irae...
Sanguis... Tenebrae...
Dominus Judicat...
[Verso I]
O Nilo sangrou sob o céu escarlate,
O grito dos peixes morreu no vazio.
Rãs cobriram templos e tronos dourados,
Nenhum deus do Egito respondeu ao desafio.
Do pó da terra nasceu o tormento,
Insetos devorando a paz e o ar.
Enxames cobriram os rostos dos reis,
E o medo começou a reinar.
[Pré-Refrão]
Não há muralhas...
Não há poder...
Quando a justiça desce,
Quem poderá sobreviver?
[Refrão – Coral Épico]
As Dez Pragas!
O juízo começou!
A mão do Todo-Poderoso
Sobre o Egito se revelou!
As Dez Pragas!
O céu escureceu!
O orgulho dos impérios
Diante do Eterno pereceu!
[Verso II]
Os rebanhos caíram no pó da vergonha,
Feridas queimavam a carne e a dor.
Granizo e fogo romperam os céus,
Consumindo os campos em fúria e terror.
Como nuvens vivas chegaram gafanhotos,
Deixando somente silêncio e fome.
Trevas cobriram o reino por dias,
Sem uma esperança, sem um nome.
[Ponte – Coral Sombrio]
Dies Irae...
Lux abscondita...
Justitia Dei...
Agnus Vincit...
[Verso III]
Na última noite o vento parou,
A morte caminhou sem fazer ruído.
Cada casa ouviu um lamento profundo,
Cada trono sentiu seu orgulho vencido.
Somente onde havia o sangue do cordeiro
A destruição não entrou.
A promessa permaneceu de pé,
E o povo da aliança marchou.
[Refrão Final – Coral e Orquestra]
As Dez Pragas!
A terra estremeceu!
O Faraó caiu,
Seu poder desapareceu!
As Dez Pragas!
O mar se abrirá!
Aquele que julga as nações
Para sempre reinará!
(Outro – Coral em latim)
Deus é maior
Deus faz tua justiça
Glória a Glória
Sanctus... Sanctus...
Deus