Ó Campina Grande, terra linda!
Ó Campina Grande, terra linda!
Ó ó ó, cordelizando Campina!
Ia ia ia, Princesa da Borborema!
(Estrefe 1 - A Origem)
Tudo começou em 1697,
Um aldeamento de índios Ariús,
Teodósio de Oliveira Lêdo fundou,
Trouxe para a terra uma nova luz.
Posição estratégica de transição,
Ponto de repouso de tanto tropeiro,
Onde o chão de barro virou poesia,
E o eco da bota marcou o terreiro!
(Refrão)
Ó Campina Grande, terra linda!
Ó Campina Grande, terra linda!
Ó ó ó, cordelizando Campina!
Ia ia ia, Princesa da Borborema!
(Estrofe 2 - O Ouro Branco)
No século vinte, o boom explodiu,
O ouro branco cobriu o sertão!
Segunda maior exportadora do mundo,
Ganhando o respeito de cada nação.
"Liverpool Brasileira" chamavam a cidade,
Comércio fervendo, riqueza no ar,
História bem rica escrita na arte,
Que o tempo não pode e não vai apagar!
(Refrão)
Ó Campina Grande, terra linda!
Ó Campina Grande, terra linda!
Ó ó ó, cordelizando Campina!
Ia ia ia, Princesa da Borborema!
(Estrofe 3 - Passado, Presente e Futuro)
Tem o Açude Velho, tem o Açude Novo,
Memória viva que o tempo guardou.
Mas a tecnologia do novo mundo
No peito do povo também se instalou!
Gente de muita intelectualidade,
Povo nobre e bom, alto nível, doutor!
Só não faz chover, mas faz a alegria
Transbordar na alma de quem tem amor!
(Final - Crescendo)
Ó Campina Grande, terra linda!
Ia ia ia, Princesa da Borborema!