[Intro]
[Verse]
O sol desperta rasgando o véu da neblina fria
A sola do sapato entende o peso da jornada
Cada cicatriz no rosto é um mapa de valentia
Escrito no suor de quem não teme a estrada
O cansaço tenta ancorar meus pés no chão
Mas a vontade é chama que o vento não apaga
[Verse]
Olho para o topo onde as nuvens dançam sozinhas
Onde o ar é escasso e a glória não tem preço
Troco o conforto das sombras pelas linhas
De um destino que eu mesmo traço e mereço
Não busco atalhos nem sorte em mãos alheias
Construo o alicerce no meio do terremoto
[Chorus]
Levanto a cabeça diante da fúria do destino
Sou o ferro forjado na bigorna da persistência
Transformo o lamento em um canto cristalino
Provando ao mundo a força da minha existência
Nada me detém enquanto o pulso pulsar forte
Sou o capitão guiando o barco contra a morte
[Chorus]
Levanto a cabeça diante da fúria do destino
Sou o ferro forjado na bigorna da persistência
Transformo o lamento em um canto cristalino
Provando ao mundo a força da minha existência
Nada me detém enquanto o pulso pulsar forte
Sou o capitão guiando o barco contra a morte
[Verse]
A queda é apenas o impulso para o salto maior
O erro é o mestre que ensina a lapidar o diamante
Sinto o sangue ferver sob o calor do suor
Mantendo o olhar fixo no horizonte adiante
Não há muro que a coragem não possa derrubar
Pois nasci com a semente da vitória no olhar
[Chorus]
Levanto a cabeça diante da fúria do destino
Sou o ferro forjado na bigorna da persistência
Transformo o lamento em um canto cristalino
Provando ao mundo a força da minha existência
Nada me detém enquanto o pulso pulsar forte
Sou o capitão guiando o barco contra a morte
[Chorus]
Levanto a cabeça diante da fúria do destino
Sou o ferro forjado na bigorna da persistência
Transformo o lamento em um canto cristalino
Provando ao mundo a força da minha existência
Nada me detém enquanto o pulso pulsar forte
Sou o capitão guiando o barco contra a morte
[Outro]