[Intro]
[Verse]
Diante do altar do silêncio eu me prostro
Com o peso do mundo marcado em meu rosto
Esta couraça de pedra que em mim se formou
Esconde a ferida que o tempo não curou
Minha garganta se aperta num grito mudo
Sinto o vazio de quem se perdeu de tudo
Vem com Teu sopro de vida e quebra o metal
De uma alma cansada do seu próprio mal
[Chorus]
Oh Soberano atende este clamor profundo
Derrete o gelo que me afasta do mundo
Faz de mim barro novo em Tuas mãos de luz
Leva o cansaço que ao abismo me conduz
Quero o batismo das águas do arrependimento
Ser transformado além de qualquer pensamento
Pois só Tua mão pode a rocha despedaçar
E uma nova aurora em meu peito habitar
[Verse]
As lágrimas vertem como rios de deserto
Buscando o caminho que parece incerto
Fui prisioneiro de um orgulho que cega
Agora a vontade ao Teu reino se entrega
Não restam defesas nem escudos erguidos
Apenas os restos de sonhos perdidos
Toca o cerne de toda a minha estrutura
Cura a memória e apaga a amargura
[Chorus]
Oh Soberano atende este clamor profundo
Derrete o gelo que me afasta do mundo
Faz de mim barro novo em Tuas mãos de luz
Leva o cansaço que ao abismo me conduz
Quero o batismo das águas do arrependimento
Ser transformado além de qualquer pensamento
Pois só Tua mão pode a rocha despedaçar
E uma nova aurora em meu peito habitar
[Chorus]
Oh Soberano atende este clamor profundo
Derrete o gelo que me afasta do mundo
Faz de mim barro novo em Tuas mãos de luz
Leva o cansaço que ao abismo me conduz
Quero o batismo das águas do arrependimento
Ser transformado além de qualquer pensamento
Pois só Tua mão pode a rocha despedaçar
E uma nova aurora em meu peito habitar
[Outro]