(Introdução: Solo de cavaco bem chorado, entra o tantan cadenciado e o teclado)
Verso 1
Vou arrastando os pés pelos cantos da cidade
Carregando o peso dessa tal felicidade
Olho pro copo e vejo o reflexo do teu olhar
E o garçom já cansou de me ver chorar
O locutor parece que adivinha a minha dor
Toca aquele pagode e o peito cobra o nosso amor.
Verso 2
O cheiro do teu corpo parece que invade a mesa
E a música no rádio traz de volta a certeza
De que a nossa história é uma loucura que eu perdi
Vira o disco, o samba antigo manda "encerrar" por aqui
Aí a melodia me joga num "Mundo de Ilusão"
E eu bebendo e chorando com o rádio da paixão.
Refrão (Cantar com a mão no peito — Repete 2x)
E eu canto alto, pro mundo inteiro escutar!
Com lágrimas nos olhos, sem vergonha de chorar!
Canto com vontade, com a força da saudade
Gritando pro universo a minha metade!
Se eu pudesse voltar atrás e fazer diferente...
Ainda guardo a esperança de ver voltar a gente!
E eu canto alto, pro mundo inteiro escutar!
Com lágrimas nos olhos, sem vergonha de chorar!
Canto com vontade, com a força da saudade
Gritando pro universo a minha metade!
Se eu pudesse voltar atrás e fazer diferente...
Ainda guardo a esperança de ver voltar a gente!
Verso 3
Sei que errei, que vacilei por aí no mundo
Mas o amor que eu sinto por você é profundo
Bebo mais uma dose pra ver se o peito acalma
Mas essas canções continuam lavando a minha alma.
Refrão (Explosão final com o coral de fundo — Repete 2x)
E eu canto alto, pro mundo inteiro escutar!
Com lágrimas nos olhos, sem vergonha de chorar!
Canto com vontade, com a força da saudade
Gritando pro universo a minha metade!
Se eu pudesse voltar atrás e fazer diferente...
Ainda guardo a esperança de ver voltar a gente!
E eu canto alto, pro mundo inteiro escutar!
Com lágrimas nos olhos, sem vergonha de chorar!
Canto com vontade, com a força da saudade
Gritando pro universo a minha metade!
Se eu pudesse voltar atrás e fazer diferente...
Ainda guardo a esperança de ver voltar a gente!
(Outro)
É... aquela pontinha de esperança nunca morre.
(Acorde final de cavaco e violão chorado)