A raiz da ciência é a tua existência
Corpo sadio, plena consciência
Elegância, diplomacia
Verso 1
Alquimia, clareza, respeitando o ecossistema
Da melhor forma resolvendo os problemas
Sem reclamar, a vida não é dorama
Quem tem pena depena, não se ofenda
Enquanto uns oram, outros largam oferendas
E não se surpreenda quando ver amor no precinho à venda
Quantos vivem na matriz sem despertar, sem tirar a venda
Se sabe o que planta, não teme a colheita
Teus feitos, a tua obra, a tua receita
A tua resistência, o teu suporte, a tua própria assistência
Com fé no Pai, o inimigo cai
Verso 2
Com fé no Pai, o inimigo cai
Foi condenado quem influencia os chegados lançando algemas
Porque fomos justificados, o cordeiro foi sacrificado
O Messias que disse: amai o próximo como a ti mesmo
Perdoando, serás perdoado
Ensino das novas leis de Jerusalém
Ainda assim andamos pelo lado errado
Querendo lançar no alheio os seus fardos, não perdoar é imperdoável
Não respeita os outros e quer ser respeitado
Mesmo respeitando, corre o risco de ser desrespeitado
Tentado, amaldiçoado, espargindo, humilhado
Fazendo o bem sem olhar a quem e também será abençoado
O melhor presente não é recebido, é o presente que é dado
Verso 3
Autoanálise, amor‑próprio, o autocuidado
Tô ligado: o meu corpo é o meu templo, mãos à obra
Não posso perder tempo
É natural sentir medo do novo, nego, vai com medo mesmo
Nessa impermanência, não me sinto o mesmo
Os anos voam, vejo isso no espelho
Perdão se fui falho, admito ser imperfeito
Fracionado, livro vivido: os acertos e os meus erros
Aquele dia não devia ter bebido
Aquele dia esqueci o que tinha lido
Verso 4
Maldito seja quem confia no maldito, certo morreis
Tenta contra a vida do ungido
E mais uma vez aprendi, amigo: às vezes não é tão amigo
Às vezes até o teu inimigo vira amigo
Pra tu ver, não somos iguais apesar de sermos três parecidos