Lembro da infância e de piazão,
Das brincadeiras lá no meu sertão.
Do arroio e das pedras,
Lá do ribeirão.
Onde pesquei muitos peixes,
Jundiá, lambari e trairão.
Estrada velha do meu rincão,
estrada linda do meu sertão.
Que me trás muita recordação,
de longos tempos que lá se vão.
Tempo querido que não voltam mais,
Dos ensinamentos que deram meus pais.
Tempos de ouro, que não volta jamais.
Há seu pudece voltar atrás,
Queria estar junto aos meus pais.
Estrada velha do meu Rincão,
estrada linda do meu sertão.
O que me trás recordação,
De longos tempos que lá se vão.
E lá no céu duas estrelas brilhar,
que são dois anjos a me guiar.
Essas estrelas que brilha a brilhar,
São os meus pais a me iluminar.
Estrada velha do meu Rincão,
estrada linda do meu sertão.
E que me trás recordação,
de longos tempos que lá se vão.
E lá no céu duas estrelas brilhar,
Que são dois anjos a me guiar.
Essas estrelas que brilha a brilhar,
São os meus pais a me iluminar.
E eu sempre aqui a lhes respeitar,
Guardo no peito seu jeito de amar.
Mas sei que um dia irei lhes encontrar,
Continuo aqui sempre orando e lhes abençoar.