[Intro]
[Verse]
Olha só esse bando de malandro de vitrine
Achando que o mundo é palco pra esse crime
Vendendo fumaça em pote de cristal
Enquanto a essência padece no lixo do quintal
Tu mira na nota mas erra o caráter
Tua conta bancária é um grande desastre
De quem troca o sangue por brilho de plástico
O teu castelo de cartas vai ter fim drástico
[Verse]
Tu cospe na cara de quem tem verdade
Grita sucesso pra esconder a vaidade
Engana o sonhador que busca o pão
Mas esquece que a rua tem olho de falcão
A gente vê de longe o teu truque barato
O terno importado não esconde o rato
Respeito se ganha no barro e na lida
E não na mentira que molda tua vida
[Pre-Chorus]
A revolta ferve e o deboche é o escudo
Nesse jogo sujo eu não fico mudo
Pode rir agora mas a conta vai chegar
O asfalto é quente e não sabe perdoar
[Chorus]
A máscara caiu no meio da avenida
A vitória é real e a alma tá erguida
Teu império de ilusão desaba no chão
Enquanto o povo celebra a revolução
Vencemos a farsa com o peso do braço
Deixando pra trás cada falso passo
O brilho do ouro não cala o tambor
Onde havia trapaça sobrou o valor
[Verse]
O sarcasmo é ácido na tua ferida
A verdade é a força que gera a batida
Querias o trono mas não tens a raiz
Ficaste com a sobra e a cicatriz
A energia é bruta o instinto é voraz
Justiça de rua não volta atrás
Quem planta veneno colhe tempestade
Nós somos a voz de quem tem dignidade
[Pre-Chorus]
A revolta ferve e o deboche é o escudo
Nesse jogo sujo eu não fico mudo
Pode rir agora mas a conta vai chegar
O asfalto é quente e não sabe perdoar
[Chorus]
A máscara caiu no meio da avenida
A vitória é real e a alma tá erguida
Teu império de ilusão desaba no chão
Enquanto o povo celebra a revolução
Vencemos a farsa com o peso do braço
Deixando pra trás cada falso passo
O brilho do ouro não cala o tambor
Onde havia trapaça sobrou o valor
[Outro]