casa ficou com a ausência e o luto
Palavras pesadas colhendo o fruto
Do rancor que não para, que o peito consome
Um briga por nada, chamando meu nome
Mas fecho os meus olhos e mudo a frequência
Eu não sou culpado pela negligência
De quem nunca soube o valor do perdão
E faz da ferida a sua canção.
Eles tentam roubar a paz da minha mente
Mas o meu futuro vai ser diferente
Sangue não prende o que a alma quer ser
Eu escolho viver, eu escolho vencer
O silêncio é escudo que o peito criou
Vou além desse teto que o tempo desgastou.