Yeah yeah…
Trap life…
Tinta na pele, som na mente…
Derick no beat…
(Verso 1)
A fumaça sobe enquanto eu risco outro braço,
Sonhando com o topo desde os tempos do fracasso,
Minha mãe dizia “filho segue teu caminho”,
Hoje eu faço arte enquanto brilho sozinho.
No estúdio madrugada, luz neon na janela,
Batida pesada, inspiração sincera,
Tatuagem no corpo conta minha trajetória,
Cada linha na pele virou parte da memória.
Os menor desacreditam, mas eu sigo na missão,
Transformando cicatriz em motivação,
Caneta na mão, microfone no peito,
Minha arte incomoda porque eu faço perfeito.
(Pré-Refrão)
Eu vim da lama, hoje eu faço o meu nome,
A cidade inteira já conhece meu sobrenome,
Na pele e no som deixo minha verdade,
Trap e tatuagem viraram liberdade.
(Refrão)
Tinta na pele, música no coração,
Vivendo o impossível contra a opinião,
No toque da máquina eu sinto emoção,
No grave do trap eu solto minha visão.
Tatuagem e música, minha conexão,
Arte verdadeira virou minha profissão,
Se o mundo desacredita, eu provo então,
Que um sonho de rua também vira milhão.
(Verso 2)
Minha agulha desenha tudo que eu vivi,
No beat eu descarrego tudo que senti,
Noites sem dormir tentando vencer,
Hoje quem criticava quer me conhecer.
Corrente brilhando, mas eu lembro da dor,
Do tempo difícil sem valor nem amor,
Agora eu tô voando alto igual falcão,
Com meus irmãos fechados na mesma direção.
No trap eu conto a vida sem esconder nada,
Favela ensinou a transformar pancada,
Cada tattoo é uma página da minha história,
Cada música lançada me aproxima da vitória.
(Ponte)
E eu não vou parar…
Enquanto meu som tocar…
Enquanto existir pele pra riscar…
Minha alma vai cantar…
(Refrão Final)
Tinta na pele, música no coração,
Vivendo o impossível contra a opinião,
No toque da máquina eu sinto emoção,
No grave do trap eu solto minha visão.
Tatuagem e música, minha conexão,
Arte verdadeira virou minha profissão,
Se o mundo desacredita, eu provo então,
Que um sonho de rua também vira milhão.