[INTRO – Coral Sombrio]
Ajoelhem-se...
O céu pesa...
A luz desaparece...
O trovão anuncia meu nome.
[VERSO 1]
Dobro montanhas com um simples olhar,
Faço planetas perderem o lugar.
O peso do mundo responde à minha mão,
Cada passo meu provoca destruição.
Sombras despertam quando eu respirar,
Engolem cidades sem deixar o luar.
Vocês correm, mas não podem fugir,
A própria escuridão escolheu me servir.
[PRÉ-REFRÃO]
O céu rachou...
O chão cedeu...
O raio caiu...
E ninguém sobreviveu!
[REFRÃO]
Gravidade!
Tudo vai cair!
Escuridão!
Ninguém vai fugir!
Eletricidade!
O céu vai partir!
Meu poder...
Nasceu pra destruir!
[REFRÃO]
Gravidade!
Tudo vai cair!
Escuridão!
Ninguém vai fugir!
Eletricidade!
O céu vai partir!
Meu poder...
Nasceu pra destruir!
[DROP – PHONK]
PESA!
CAI!
RAIO!
MORRE!
PESA!
CAI!
RAIO!
MORRE!
[VERSO 2]
Relâmpagos rasgam o peito da noite,
Cada descarga é meu açoite.
Milhões de volts queimando o ar,
Não existe abrigo pra se esconder ou lutar.
A gravidade dobra o horizonte,
Transforma castelos em simples monte.
As sombras devoram qualquer clarão,
Apagam a esperança do coração.
Sou o silêncio antes da tempestade,
O colapso da realidade.
O universo conhece minha lei:
Tudo se curva...
Perante o rei.
[PONTE – Coral + Orquestra]
Escuridão...
Desça dos céus...
Gravidade...
Quebre os véus...
Relâmpagos...
Julguem os mortais...
Não restará...
Nenhum sinal...
[REFRÃO FINAL]
Gravidade!
Tudo vai cair!
Escuridão!
Ninguém vai fugir!
Eletricidade!
O céu vai partir!
Meu poder...
Nasceu pra destruir!
[REFRÃO]
Gravidade!
Tudo vai cair!
Escuridão!
Ninguém vai fugir!
Eletricidade!
O céu vai partir!
Meu poder...
Nasceu pra destruir!
[OUTRO]
Quando o último raio desaparecer...
Quando a última sombra crescer...
Quando o próprio mundo se ajoelhar...
Vocês entenderão...
Que resistir...
Nunca foi uma opção.