[Verso 1]
Silêncio... o trono voltou a chamar,
Quatro olhos observam quem ousa enfrentar.
Séculos passaram, mas eu despertei,
Onde deixo meus passos, o caos eu semeei.
Não peço respeito, eu tomo pela força,
Cada batalha termina antes da resposta.
O medo se espalha quando escutam meu nome,
A maldição suprema que ninguém consome.
[Pré-Refrão]
Não existe herói capaz de me parar,
O céu escurece quando eu começar.
Meu sorriso anuncia o fim da razão,
O mundo se ajoelha diante da maldição.
[Refrão]
Eu sou Sukuna, o Rei das Maldições,
Destruindo impérios, quebrando ilusões.
Minha presença faz o destino tremer,
Quem desafia meu poder já nasceu pra perder.
No campo de guerra não existe perdão,
Só sobra silêncio depois da destruição.
[Verso 2]
Lâminas cortando o próprio horizonte,
Cada inimigo cai antes de ficar de fronte.
Orgulho e poder são minha identidade,
Não existe limite pra minha crueldade.
Os mais fortes tentam mudar seu final,
Mas contra o Rei tudo parece normal.
Minha lenda atravessa o espaço e o tempo,
Meu nome é gravado no último lamento.
[Ponte]
Olhe nos meus olhos se tiver coragem,
Sua esperança acaba antes da viagem.
Onde existe luz, eu levo a escuridão,
Curvem-se diante do Rei da Maldição.
[Refrão Final]
Eu sou Sukuna, a força sem igual,
O pesadelo vivo, o desastre total.
Nem deuses nem homens conseguem vencer,
Meu legado é eterno, meu poder vai permanecer.
Quando o último guerreiro finalmente cair,
Só o Rei das Maldições vai existir.