Segue mais uma música do Fábio A Tempestade Mental.
Logo ao te ver, não te vi...
Bateu um sentimento estranho daqueles difíceis de explicar
Um medo de se aproximar
Um medo até de ti comprimentar
No início eu não entendia porque aquilo acontecia, mas minha preocupação era não olhar em seus olhos
Era só uma paixão
Pobre coração iludido
Na verdade se tratava de amor
Amor de uma vida
Amor para a vida
Amor que nunca acabou
Amor que nunca vai acontecer
Queria me arrepender de tudo, mas como se arrepender de ver
Tive o privilégio de não ter nascido cego
Mas ter te visto foi algo que até hoje me faz mal
Não posse lhe tocar
Sou julgado pelo simples fato de te ajudar
A mim nunca foi novidade pagar um alto preço de tudo o que eu conquistei
Sim o tudo que na verdade é nada
A tristeza não da paz, mesmo que eu insista em ser forte não consigo mudar
Meu autocontrole é intrinseco
Sou capaz de fazer o que seria o normal, e é o que faço
Mantenho o distanciamento como se estivéssemos na pandemia
Nada de aproximação
Abraços sempre desconfiados e razos, aliás devo ter jeito de mau
Mas a mente de um paspalho que ama sequer pensa em transar
Sequer pensa em se aproveitar
É um sujeito tão inútil que não é capaz sequer de chorar
Chorar pra quê e porque?
A vida nunca foi amiga, mas sempre desafiadora
Nesse momento de angústia e tristeza que sequer consigo chorar,
Peço a Deus para que eu consiga te esquecer sem te magoar
E torcer para que a felicidade esteja sempre estampada no seu olhar
Pra mim você é tudo,
Pra tudo, tudo é você!