Aqui está, no estilo sofrência do Eduardo Costa, pronta pra uns 3 minutinhos de moda chorada:
Título: Vale e Pagamento
(Intro - viola chorando)
Verso 1
Me separei mais vezes do que fiz amor com ela
Quase toda semana era uma briga nova na janela
Ela brigava por tudo, por nada me esculachava
E na hora do amor, meu bem, ela me negava
Pré-refrão
Pra fazer amor comigo, tinha dia marcado
Só rolava no vale, ou então no pagamento
Que amor é esse que só funciona com dinheiro?
Virei banco na cama, não virei companheiro
Refrão
Meu filho ainda bebê, teve mais padrasto
Do que as vezes que trocou de fralda, isso é fato
Entrava um, saía outro, a fila não parava
E eu que era o pai, de longe só olhava
Ai, ai... que dor no peito
Amar sozinho não tem jeito
Ela me quis no bolso, não no coração
Virei vale e pagamento, não virei paixão
Verso 2
Eu tentei ser o homem, tentei ser o abrigo
Mas pra ela eu era só o caixa do perigo
Na hora da briga ela era valente, falava alto
Na hora do carinho, me deixava no asfalto
Refrão final (2x com mais força)
Meu filho ainda bebê, teve mais padrasto
Do que as vezes que trocou de fralda, isso é fato
Entrava um, saía outro, a fila não parava
E eu que era o pai, de longe só olhava
Ai, ai, ai... que dor no peito
Amar sozinho não tem jeito
Ela me quis no bolso, não no coração
Virei vale e pagamento, não virei paixão
(Final - viola sozinha, voz some no eco)