[Intro]
[Chorus]
O verde amargo descendo na garganta fria
Banhando a alma com a garrafa de metal
O copo de chifre transborda uma alegria
Nesse mormaço que não encontra o final
Tereré gelado curando a canseira do dia
Um gole de vida no balanço do quintal
[Verse]
O sol castiga o telhado lá de fora
Enquanto a erva descansa dentro da cuia
A gente esquece que o tempo devora
E deixa que a água corrente flua
As pedras de gelo batendo no vidro
Parecem sinos num campo de paz
O calor do asfalto já foi esquecido
A sombra da mangueira é o que satisfaz
[Chorus]
O verde amargo descendo na garganta fria
Banhando a alma com a garrafa de metal
O copo de chifre transborda uma alegria
Nesse mormaço que não encontra o final
Tereré gelado curando a canseira do dia
Um gole de vida no balanço do quintal
[Verse]
Passa a bomba de mão em mão no círculo
A amizade se nutre de cada sucção
Não precisa de luxo nem de espetáculo
Basta a erva mate e a boa união
O suor que escorre encontra o frescor
No mate molhado que o corpo batiza
Longe da fumaça e de todo o pavor
A alma flutua na leve brisa
[Chorus]
O verde amargo descendo na garganta fria
Banhando a alma com a garrafa de metal
O copo de chifre transborda uma alegria
Nesse mormaço que não encontra o final
Tereré gelado curando a canseira do dia
Um gole de vida no balanço do quintal
[Chorus]
O verde amargo descendo na garganta fria
Banhando a alma com a garrafa de metal
O copo de chifre transborda uma alegria
Nesse mormaço que não encontra o final
Tereré gelado curando a canseira do dia
Um gole de vida no balanço do quintal
[Outro]