[Intro]
[Verse]
O asfalto queima sob os pés cansados da jornada
A poeira cega mas não para quem tem direção
Cada cicatriz carrega o peso de uma facada
E o silêncio grita dentro dessa imensidão
O horizonte teima em se manter distante e frio
Enquanto o peito ferve num conflito singular
Navego contra a correnteza desse rio vazio
Buscando o fôlego que o medo insiste em roubar
[Chorus]
Levanta do chão antes que o sol se apague enfim
A glória não abraça quem desiste de lutar
Existe um gigante que desperta dentro de mim
Disposto a vencer o que vier me derrubar
O destino é um ferro que se molda no calor
Transformo em escudo cada gota de suor
A vitória só conhece quem abraça a própria dor
E ressurge das cinzas para um amanhã melhor
[Verse]
As vozes duvidosas tentam sufocar o passo
Dizendo que o limite é onde a vista alcança o fim
Mas eu rompo as correntes e ignoro o cansaço
Pois sei que o universo habita em cada sim
Não há abismo que impeça o salto da coragem
Nem muralha tão alta que o sonho não possa transpor
A vida é uma luta bruta e não uma miragem
Onde a persistência é o único valor
[Chorus]
Levanta do chão antes que o sol se apague enfim
A glória não abraça quem desiste de lutar
Existe um gigante que desperta dentro de mim
Disposto a vencer o que vier me derrubar
O destino é um ferro que se molda no calor
Transformo em escudo cada gota de suor
A vitória só conhece quem abraça a própria dor
E ressurge das cinzas para um amanhã melhor
[Chorus]
Levanta do chão antes que o sol se apague enfim
A glória não abraça quem desiste de lutar
Existe um gigante que desperta dentro de mim
Disposto a vencer o que vier me derrubar
O destino é um ferro que se molda no calor
Transformo em escudo cada gota de suor
A vitória só conhece quem abraça a própria dor
E ressurge das cinzas para um amanhã melhor
[Outro]