# EDRIC VALENHART — O ESCUDO DO MEU LAR
**[Introdução — violão dedilhado, violino distante e voz masculina calma]**
Oh...
Há uma promessa que carrego no peito...
Uma casa, uma mulher, um amor verdadeiro.
Meu nome pode estar escrito no aço,
Mas meu coração pertence ao meu lar.
**[Verso 1 — rap acústico, voz firme e cadenciada]**
Caminho entre as muralhas, sob o peso da armadura,
Não procuro uma coroa, nem a fama da bravura.
Cada passo tem um preço, cada guerra uma razão,
Mas não vendo minha honra por riqueza ou ambição.
Sou escudo dos humildes, sou abrigo na aflição,
Não abandono meus soldados, não esqueço um coração.
Se o destino ergue uma espada, não me curvo ao temor,
Pois um homem vale mais quando combate por amor.
Tenho cicatrizes no corpo, tenho histórias pra contar,
Mas existe uma promessa que não posso abandonar.
Lara espera em nossa casa, junto às flores do jardim,
E eu enfrentarei o mundo para regressar ao seu fim.
**[Pré-refrão — bateria suave e violino crescente]**
Deus conhece os meus caminhos,
Sabe o peso que carreguei.
Se a estrada for difícil,
Pela fé caminharei.
**[Refrão — voz masculina firme, coral épico ao fundo]**
Eu sou o escudo do meu lar!
Não há tempestade que me faça abandonar!
Minha espada serve à vida,
Minha honra é minha guia,
E meu amor me faz lutar!
Lara, eu vou voltar!
Mesmo que os ventos tentem me parar.
Por Deus, pela honra e pelo amor,
Guardarei teu coração!
**[Verso 2 — rap mais intenso, bateria marcada e violão]**
Não sou feito de ferro, não sou livre de sentir,
Tenho medo de perder quem me ensinou a sorrir.
Mas coragem não é nunca conhecer a escuridão,
É seguir mesmo com medo, sem trair o coração.
Se eu voltar com feridas, não esconderei minha dor,
Pois também sou homem de carne, também preciso de amor.
Quero repousar contigo, ouvir tua voz tranquila,
Ver o sol nascer na horta, contemplar tua alegria.
Não quero que nossos filhos me conheçam pela guerra,
Quero ensinar-lhes bondade, com os pés firmes na terra.
Que aprendam que a verdadeira força não está em dominar,
Mas em proteger os fracos e saber quando perdoar.
**[Ponte — violino épico, voz grave e serena]**
Que venha o frio...
Que venha o trovão...
Não entregarei minha honra,
Nem abandonarei minha missão.
Minha fé não está no aço,
Minha esperança não está no poder.
Está em Deus, que guia meus passos,
E na família que desejo proteger.
**[Refrão — coral masculino e feminino, bateria épica]**
Eu sou o escudo do meu lar!
Não há tempestade que me faça abandonar!
Minha espada serve à vida,
Minha honra é minha guia,
E meu amor me faz lutar!
Lara, eu vou voltar!
Com minhas próprias mãos vou te abraçar.
E quando a guerra terminar,
Não haverá mais distância entre nosso lar!
**[Verso final — rap mais lento, voz emotiva e firme]**
Se algum dia perguntarem o que conquistei na vida,
Não falarei de batalhas, nem de terras adquiridas.
Direi que tive uma esposa, que me amou sem condição,
E que encontrei em seu abraço minha maior realização.
Que minha