(Verso 1)
A lua observa o silĂȘncio da rua,
Enquanto eu me perco na presença tua.
Teus olhos carregam segredos sem fim,
E quanto mais fujo, mais vocĂȘ vem pra mim.
Teu toque Ă© veneno correndo na veia,
Uma doce prisĂŁo que me prende sem cadeia.
No escuro da noite, sem pedir perdĂŁo,
VocĂȘ roubou a chave do meu coração.
(Pré-Refrão)
E se o mundo cair ao nosso redor,
Ainda vou te amar no meu lado pior.
Entre luz e escuridĂŁo, eu escolhi ficar,
Porque até minhas cicatrizes aprenderam a te amar.
(RefrĂŁo)
Somos fogo na chuva, pecado e paixĂŁo,
Duas almas perdidas na mesma escuridĂŁo.
E mesmo que o destino tente nos separar,
Nas sombras do amor eu vou te encontrar.
VocĂȘ Ă© o caos que me faz respirar,
A tempestade que me ensina a sonhar.
Se amar vocĂȘ Ă© me perder na imensidĂŁo,
EntĂŁo me afogo feliz nessa escuridĂŁo.
(Verso 2)
Teu nome ecoa nos corredores da mente,
Como um segredo proibido e permanente.
O mundo diz que somos errados demais,
Mas quem vive de regras nunca sente o que a gente faz.
Entre promessas quebradas e noites sem fim,
Descobri que teu inferno parece um jardim.
E se o preço do amor for me consumir,
Que seja em teus braços onde vou existir.
(Ponte)
Não preciso de céu nem de redenção,
Quando encontro abrigo na tua contramĂŁo.
Somos versos esquecidos numa velha canção,
Escritos com desejo, dor e obsessĂŁo.
(RefrĂŁo Final)
Somos fogo na chuva, pecado e paixĂŁo,
Duas almas perdidas na mesma escuridĂŁo.
E mesmo que o destino tente nos separar,
Nas sombras do amor eu vou te encontrar.
VocĂȘ Ă© o caos que me faz respirar,
A tempestade que me ensina a sonhar.
Se amar vocĂȘ Ă© me perder na imensidĂŁo,
EntĂŁo me afogo feliz nessa escuridĂŁo.